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Mês de setembro


QUANDO: 09 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Meninos Verdes

Utilizando atores e bonecos, a peça fala da história e da obra de Cora Coralina, autora goiana que irradia a beleza e o lirismo do cerrado e transmite os valores da vida interiorana. O resultado desta adaptação é um espetáculo de beleza plástica e conteúdo literário, com cenas ricas em poesia, relacionadas com experiência da infância, onde o lúdico impera.
A história original é preservada em sua essência, rica em metáfora e simbolismo, narrando meninices, brincadeiras, espertezas, curiosidades e sonhos de Cora menina e das pequenas criaturas encontradas em seu jardim, provocando o exercício da imaginação e da fantasia.
Meninos verdes, dirigido e adaptado por Marco Augusto, já conquistou adultos e crianças por meio do exercício da imaginação, de suas brincadeiras e toda a ternura utilizada pela poetisa para narrar as meninices e sonhos das personagens.
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Prainha
Duração: 45 minutos
Data: 09/09/2010
Classificação etária: Livre
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.
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QUANDO: 10 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Estudo para lesma

O espetáculo Estudo para lesma é uma composição entre dança, música, desenho e poesia, que propõe uma investigação sobre as possibilidades de apoios do corpo numa superfície vertical e um desdobramento da pesquisa corporal em diversas linguagens artísticas.
O espetáculo, apresentado pelo Grupo SUA CIA, acontece no espaço delimitado pela parede e uma barra de ferro, tradicional elemento de aulas de dança. Utilizando a relação com a música ao vivo e explorando a verticalidade da dança sobre uma parede, envolvendo o espectador pela possibilidade de tirar os pés do chão.
A dançarina, apoiada por uma barra de ferro, desloca-se pela parede estudando movimentos inspirados nas lesmas. Os desenhos, feitos ao vivo e projetados à parede, através de um retroprojetor, interagem e ampliam a poesia sugerida na cena. Essa pesquisa – intrinsecamente conectada com a poesia de Manoel de Barros – flexibiliza o pensamento, o corpo, o próprio ser.
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Prainha
Ingresso: Entrada Franca
Duração: 30 minutos
Data: 10/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Floripa Teatro - Abertura: Anatomia Frozen
Cia. Razões Inversas
Com: Paulo Marcello e Joca Andreazza
Autor: Bryony Lavery
Direção: Marcio Aurelio
São Paulo / SP
Apresenta três narrativas que se entrelaçam: uma psiquiatra americana que escreve uma tese sobre serial killers, um pedófilo e assassino em série condenado à prisão perpétua na Inglaterra e a mãe de uma de suas vítimas, a garotinha Nina, que desapareceu aos dez anos de idade. Distante do teatro representativo e aprofundado na construção da narrativa, a peça caminha em direção ao essencial, com o mínimo de cenografia, figurino e texto enxuto. As histórias são contadas em espaço asséptico, hospitalar, condizente com uma abordagem cirúrgica da psicopatia social.
Escrito pela inglesa Bryony Lavory, o texto foi apresentado à Cia. Razões Inversas pela atriz Rachel Ripani, num momento em que seus integrantes procuravam justamente definir um trabalho que abordasse a violência social. A figura do matador em série – um doente, emocionalmente desequilibrado, de certa forma sem culpa do que faz – é observada como se fosse objeto de pesquisa, o ponto central da discussão sobre a capacidade de perdoar, arrepender-se e mudar depois de um ato que, aparentemente, impossibilitaria qualquer um desses sentimentos.
O espetáculo estreou em 2009 e vem colhendo prêmios como os de melhor diretor eleito pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) e melhor elenco conferido pela Cooperativa Paulista de Teatro, além de receber indicação ao Shell pela direção. Contemplado com o Prêmio de Teatro Myriam Muniz/Funarte, tem viajado pelo País.
Gênero: drama
Duração: 90 minutos
Onde: Teatro Álvaro de Carvalho – centro – Florianópolis.
Horário: às 21h
Recomendação etária: a partir de 14 anos
Data: 10/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br
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QUANDO: 11 DE SETEMBRO

Floripa Teatro: Sobre Mentiras e Segredos

Os Ciclomáticos Companhia de Teatro
Autor: Ribamar Ribeiro (a partir de Nelson Rodrigues)
Direção: Ribamar Ribeiro
Rio de Janeiro / RJ
Por ordem do pai, Alice vai ao ginecologista e descobre que será mãe aos catorze anos. O caos se instaura, chocando a mãe, as cinco irmãs, cunhados e vizinhos. O autoritário doutor Ismael está convicto de que o responsável pela gravidez da filha caçula mora em casa e deve ser um dos seus genros. Todos os segredos e mentiras vão surgindo a partir daí. As vizinhas sabem de tudo e paira a pergunta: a família perfeita será que existe? A comédia baseada em um estudo sobre o universo de Nelson Rodrigues (1912-1980), tendo como epicentro o conto “A Mentira”, escrito em 1953, diz que não.
Com humor ácido, cruel e sarcástico, marca da verve rodrigueana, o diretor Ribamar Ribeiro adaptou o texto para contar esta trama que envolve traição, desejo, inveja e outras polêmicas do ser humano: pais que ignoram o comportamento dos filhos, casais que se desconhecem e indivíduos que não sabem dos seus próprios impulsos. Na sua versão, quando o público ainda está ocupando as poltronas do teatro, um dos treze atores já está no palco encarregado de espalhar fofocas. A peça já começou.
Esquadros de ferro, que lembram bastidores, janelas e molduras de fotografia, compõem o cenário. Um dos narradores diz, inclusive, que a foto é o instante em que a alma fica presa. Solta mesmo é a criatividade. Quando o espetáculo parece ter chegado ao fim, o elenco reapresenta flashes da história, fazendo com que o enredo volte ao início. Com as cortinas fechadas, o público tem a impressão que viu além do retrato daquela família tão bisbilhotada pela vizinhança.
Gênero: tragicomédia
Duração: 55 minutos
Onde: Teatro Governador Pedro Ivo.
Horário: às 21h
Recomendação etária: a partir de 16 anos
Data: 11/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Festival Palco Giratório: Idéias de teto
Uma proposta ousada, que o Grupo SUA CIA propõe no espetáculo Idéias de Teto, nome inspirado em uma prática adotada pela diretora e coreógrafa do espetáculo, Clara F. Trigo, que em seu quarto fixa frases, textos e imagens no teto de seu quarto.
A proposta é provocar o público a colocar o pensamento em uma outra posição, vista de cima. A raiz da idéia possibilita um olhar invertido em relação às posições, ao equilíbrio e aos próprios sentidos. Ou seja, colocar o pensamento do espectador em uma outra posição, transformando platéia em teto. O espetáculo traz, nas figuras do chão e do teto, a tal estima por aquilo que é inatingível, inalcançável, mas ao mesmo tempo está logo ali abaixo.
Idéias de Teto é uma colagem de poesia e imagens, onde três bailarinas em oito cenas independentes fazem esse jogo perceptivo, estimulando quem vive este espetáculo a perguntar questões de teto, dessas, que assim como no quarto de Clara, acabam estando sempre presentes, em uma exposição reflexiva constante.
O Festival Palco Giratório – SC receberá, em seu segundo, este espetáculo, que já foi homenageado e consagrado como produto cultural de excelente qualidade através do Prêmio Estímulo de Teatro e Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia, em 2002.
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Prainha
Duração: 45 minutos
Classificação etária: Livre
Data: 11/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Floripa Teatro: A Ponto de Partir
Dearaque Cia de Experimentos Artísticos)
Autor: Baseado em textos de Ana Cristina César
Direção: Ligia B. Ferreira
Florianópolis /SC

Duas mulheres, uma mala e uma revelação. Olhando uma coleção de cartões postais, as duas senhoras fazem uma viagem por momentos de suas vidas, relembrando coisas que escreveram para pessoas que elas nem sabem mais quem são. As histórias narradas pelas idosas estabelecem sensibilidade entre o humor, a saudade e a dor, comungados entre as personagens e o público. “A Ponto de Partir” trata de recordações do passado onde as lembranças buscam preencher o vazio da espera.
Baseado no texto poético de Ana Cristina Cesar, a encenação brinca com os limites entre realidade e ficção, confissão e simulacro, utilizando-se de material autobiográfico por parte das atrizes e de níveis de interpretação que se contrapõem. Desenvolvido para proporcionar uma aproximação com os espectadores, o espetáculo aborda um tema que pertence a todos: lembranças, relação passado/presente/futuro, memória e saudade.
Gênero: drama
Duração: 45 minutos
Onde: Casa das Máquinas, Rua Henrique Veras Nascimento nº 50. Lagoa da Conceição
Horário: às 20h
Recomendação etária: a partir de 12 anos
Data: 11/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: O Avarento (Grupo Farsa)
Autor: Moliére
Direção: Gilberto Fonseca
Porto Alegre / RS
A história se passa na Paris do século XVII, vestindo o elenco com riqueza de figurino e maquiagem, inclusive perucas de época. À música também é dado destaque, pois os atores cantam para abrilhantar a graça do espetáculo. Aditivos para encher os olhos e ouvidos do público, que já se entretém às tramas rocambolescas. Um enredo que discorre sobre paixões humanas, como o poder, o amor e o prazer, retratando com fina ironia a inversão de valores característica de uma sociedade norteada pelo interesse financeiro. Não lhe parece bem familiar? Pois, é... foi escrito em 1668, mais de 340 anos atrás, com sarcasmo que escandalizou a sociedade e irritou a igreja.
Esta confluência de ambição, avareza, gula, inveja e outros pecados e defeitos criada pelo autor francês em uma só história levou o grupo a oito indicações do Prêmio Açorianos 2010 – a mais importante premiação artística da Capital gaúcha, instituída pela Prefeitura. O projeto desta adaptação foi concebido durante a passagem do quinto aniversário do Farsa, em 2008, e ganhou o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz daquele ano. Estreada em 2009, é a primeira peça da trilogia “As Três Batidas de Moliére”, que a trupe pretende dar sequência com “Tartufo” e “As Preciosas Ridículas”.
Gênero: comédia
Recomendação etária: 10 anos
Duração: 106 minutos
Onde: Teatro Álvaro de Carvalho – centro – Florianópolis.
Horário: às 20h30
Recomendação etária: a partir de 12 anos
Data: 11/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Balada de Um Palhaço
Grupo de Teatro Arte & Fatos
Autor: Plínio Marcos
Direção: Danilo Alencar
Goiânia / GO
Tragicomédia idealizada em 1985 por Plínio Marcos, no leito de um hospital, enquanto convalescia de seu primeiro enfarte, foi concluída e apresentada pela primeira vez no ano seguinte, no Teatro Zero Hora, em São Paulo. Em 2006, marcando seus 18 anos de atividades, o grupo pertencente ao Núcleo de Teatro da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Goiás estreou esta montagem, contemplada com o Prêmio Mirian Muniz de Teatro da Funarte/Ministério da Cultura.
No mesmo texto, o autor reúne um universo abrangente de personagens, tendo como porta-vozes os palhaços Bobo Plin (como ele se autodenominava, desde muito tempo antes, nas brincadeiras com os filhos e nos bilhetes que assinava) e Menelão, dono de um circo decadente que é o único meio de sobrevivência para ambos.
De forma genial, Plínio Marcos faz emergir os conflitos que impulsionam as relações humanas, dando luz à aproximação da dor e alegria, do simples e do complexo, do riso e o choro, do desespero e da serenidade, do sistema e do povo, do humano e do desumano. Aliás, o conjunto de suas obras tem esta finalidade: debater à exaustão problemas que se mantém insolúveis em nossa sociedade, como os embates entre capital e trabalho, opressor e oprimido, os com e os sem sorte.
“Balada de um Palhaço”, embora seja uma de suas obras mais poéticas, segue a linha. O debate entre Bobo Plin, iluminado pela visão de uma cigana que lhe aponta novos caminhos, e Menelão, que só pensa nos lucros e em escapar da falência explorando o trabalho do colega, personificam os condutores do enfrentamento. Enquanto o primeiro carrega a universalidade – quer seja masculina ou feminina, criança ou adulto, que viaja entre a alegria e a tristeza com a rapidez do pensamento – em busca de sua felicidade, da própria alma, o segundo se preocupa garantir sua continuidade miserável. O encontro da crueza com o lirismo.
Gênero: tragicomédia
Duração: 70 minutos
Onde: Teatro da União Beneficente Recreativa Operária (UBRO)
Escadaria da Rua Pedro Soares, nº 15, fundos do Colégio Bom Jesus, centro.
Horário: às 19h
Data: 11/09/2010
Recomendação etária: a partir de 14 anos
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br
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QUANDO: 12 DE SETEMBRO

Floripa Teatro: A Peleja do Amor no Coração de Severino de Mossoró

O Pessoal do Tarará
Autoria e direção: Dionízio de Apodi
Mossoró / RN
Severino de Mossoró, dono de mente brilhante, língua afiada e, para o seu desgosto, nariz extravagante, ama desesperadamente a prima Roxana. O motivo de sua amargura, porém, o impede de se declarar à moça, que, por sua vez, se vale do amor que o primo lhe dedica para que este proteja Cristiano, belo e jovem rapaz por quem Roxana se sente atraída. Ao se aproximar de Cristiano, Severino percebe que o mancebo não tem habilidade com as palavras, requisito fundamental para chegar ao coração da jovem. Severino propõe, então, unir sua eloquência poética à beleza de Cristiano para juntos conquistarem o amor de Roxana.
Livre adaptação do clássico “Cyrano de Bergerac”, do francês Edmond Rostand (1868-1918), estreou em setembro de 2006, após quase um ano de montagem. Privilegiando aspectos de sua realidade, o grupo mostra a nítida presença da arte do poeta mossoroense Antônio Francisco e do saudoso violeiro Elizeu Ventania, também nascido no Rio Grande do Norte. No entanto, preservou-se o encontro do erudito com o popular, tornando a peça regional e ao mesmo tempo clássica.
Exemplo disso é a referência à famosa cena da janela de “Romeu e Julieta”, outro texto de alcance mundial. Já o que seria originalmente um duelo de espadas se transforma num repente, onde a disputa se dá na batida do coco nordestino. A música, composta a partir da literatura de cordel e das canções de Ventania, ganha arranjos com sons eruditos de violino e piano e populares de zabumba, sanfona e triângulo. Com esta concepção, participou de vários festivais, recebendo prêmios de melhor espetáculo (júri técnico e popular), direção, ator, ator coadjuvante, atriz, cenografia, maquiagem, iluminação, sonoplastia e trilha sonora.
Gênero: comédia romântica
Recomendação etária: livre
Duração: 70 minutos
Onde: Teatro Pedro Ivo Campos
Horário: às 19h
Recomendação etária: a partir de 14 anos
Data: 12/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Festival Palco Giratório: Zero
Zero é um lugar estranho, não muito longe daqui. Seu habitante mais ilustre, o melancólico Senhor Z, para se livrar do tédio, passa os dias lendo memórias alheias. Neste mundo esquisito, tudo é chato e sem graça, até aparecer um pequenino rouxinol que voa e canta. Mas logo o pássaro é engaiolado e nomeado o cantador oficial daquele mundo.
Um dia, o Vendedor de Maravilhas aparece com uma engenhoca que bate asas e canta quase tão bem como o pássaro verdadeiro. Rapidamente o rouxinol é substituído pelo bichinho de lata, mas como toda máquina, também enferruja e para. Então, de tristeza, o Senhor Z adoece gravemente e somente alguém pode salvá-lo, somente um canto pode transformar aquele lugar para sempre.
Um conto de fadas que fala de um mundo onde tudo “quase existe” e nada é verdadeiro, e a aparição de um simples pássaro transforma a vida de todos. Falando de opostos como matéria e emoção, velho e novo, arte e tecnologia, a encenação coloca de maneira sensível e divertida questões presentes nos dias de hoje, em que vivemos cada vez mais dependentes de modernos aparelhos e mais afastados uns dos outros.
Caracterizada pela experimentação cênica e por uma particularidade na maneira de pensar e realizar seu teatro, a Cia. de Teatro Mevitevendo busca nas artes plásticas, nas HQs e no cinema de animação referências para um trabalho mais rico e expressivo, como Zero, que se apresenta no Festival Palco Giratório-SC 2010.
Horário: 16h
Local: Teatro Sesc Prainha
Duração: 30 minutos
Classificação etária: 5 anos
Data: 12/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Floripa Teatro: O Avarento (Grupo Farsa)
Autor: Moliére
Direção: Gilberto Fonseca
Porto Alegre / RS
A história se passa na Paris do século XVII, vestindo o elenco com riqueza de figurino e maquiagem, inclusive perucas de época. À música também é dado destaque, pois os atores cantam para abrilhantar a graça do espetáculo. Aditivos para encher os olhos e ouvidos do público, que já se entretém às tramas rocambolescas. Um enredo que discorre sobre paixões humanas, como o poder, o amor e o prazer, retratando com fina ironia a inversão de valores característica de uma sociedade norteada pelo interesse financeiro. Não lhe parece bem familiar? Pois, é... foi escrito em 1668, mais de 340 anos atrás, com sarcasmo que escandalizou a sociedade e irritou a igreja.
Esta confluência de ambição, avareza, gula, inveja e outros pecados e defeitos criada pelo autor francês em uma só história levou o grupo a oito indicações do Prêmio Açorianos 2010 – a mais importante premiação artística da Capital gaúcha, instituída pela Prefeitura. O projeto desta adaptação foi concebido durante a passagem do quinto aniversário do Farsa, em 2008, e ganhou o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz daquele ano. Estreada em 2009, é a primeira peça da trilogia “As Três Batidas de Moliére”, que a trupe pretende dar sequência com “Tartufo” e “As Preciosas Ridículas”.
Gênero: comédia
Recomendação etária: 10 anos
Duração: 106 minutos
Onde: Casa das Máquinas, Rua Henrique Veras Nascimento nº 50. Lagoa da Conceição
Horário: às 20h
Data: 12/09/2010
Recomendação etária: a partir de 12 anos
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Deus no Divã
Autoria e direção: Jovane Nikolic
São Paulo / SP
Deus está em crise. A melancolia encoberta pela infinita sombra de sua onipotência e onipresença aflora, e o Criador reúne os filhos para pedir amparo. “Deus também é gente”, diria alguém, e foi parar no divã... Quem o imaginaria desabafando suas verdades, dúvidas, temores, sentimentos e sonhos? Justo Ele – que tudo pode, tudo vê e tudo sabe – recorreu à psicanálise! Chega a transfigura-se em uma imagem mais simples para que possam lhe compreender, mas nem por isso perde sua imensa complexidade e fraternidade.
Por meio das reflexões divinas, o monólogo propõe discutir as angústias e incertezas humanas, tratar do egoísmo, da indiferença, da prepotência. Um Deus humano (a), terreno (a), sem estereótipos, divertido (a), sem religião, que se pergunta todos os dias: “do que adianta então terem um Deus?”. Em 60 minutos de terapia, a plateia o verá se abrindo, se confundido e se indagando. Sem os títulos de Freud ou Young, analisará seus choros, risos, angústias e até mesmo traumas. Na verdade, estará vendo a si própria, no divã da humanidade. Aqui, a premissa de que o homem foi feito à sua imagem e semelhança nunca foi tão verdadeira.
O texto escrito, dirigido e interpretado com muita poesia por Jovane Nikolic permeia conceitos filosóficos de Voltaire, Aristóteles e padre Antônio Vieira, desencadeando uma dramaturgia reflexiva que coloca todos os princípios e verdades como frágeis. Faz com que olhemos para as coisas mais simples com muito mais nobreza.
Terceiro espetáculo mais assistido em São Paulo em 2005, recebeu 32 prêmios, entre eles, melhor espetáculo, texto, ator, direção, cenário e iluminação, em festivais pelo País, além de ter integrado o projeto IV Centenário do Nascimento de Padre Antônio Vieira 2008, em Lisboa.
Gênero: drama
Duração: 50 minutos
Onde: Teatro Álvaro de Carvalho – centro – Florianópolis
Horário: às 18h e às 20h30
Recomendação etária: a partir de 14 anos
Data: 12/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Balada de Um Palhaço
Grupo de Teatro Arte & Fatos
Autor: Plínio Marcos
Direção: Danilo Alencar
Goiânia / GO
Tragicomédia idealizada em 1985 por Plínio Marcos, no leito de um hospital, enquanto convalescia de seu primeiro enfarte, foi concluída e apresentada pela primeira vez no ano seguinte, no Teatro Zero Hora, em São Paulo. Em 2006, marcando seus 18 anos de atividades, o grupo pertencente ao Núcleo de Teatro da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Goiás estreou esta montagem, contemplada com o Prêmio Mirian Muniz de Teatro da Funarte/Ministério da Cultura.
No mesmo texto, o autor reúne um universo abrangente de personagens, tendo como porta-vozes os palhaços Bobo Plin (como ele se autodenominava, desde muito tempo antes, nas brincadeiras com os filhos e nos bilhetes que assinava) e Menelão, dono de um circo decadente que é o único meio de sobrevivência para ambos.
De forma genial, Plínio Marcos faz emergir os conflitos que impulsionam as relações humanas, dando luz à aproximação da dor e alegria, do simples e do complexo, do riso e o choro, do desespero e da serenidade, do sistema e do povo, do humano e do desumano. Aliás, o conjunto de suas obras tem esta finalidade: debater à exaustão problemas que se mantém insolúveis em nossa sociedade, como os embates entre capital e trabalho, opressor e oprimido, os com e os sem sorte.
“Balada de um Palhaço”, embora seja uma de suas obras mais poéticas, segue a linha. O debate entre Bobo Plin, iluminado pela visão de uma cigana que lhe aponta novos caminhos, e Menelão, que só pensa nos lucros e em escapar da falência explorando o trabalho do colega, personificam os condutores do enfrentamento. Enquanto o primeiro carrega a universalidade – quer seja masculina ou feminina, criança ou adulto, que viaja entre a alegria e a tristeza com a rapidez do pensamento – em busca de sua felicidade, da própria alma, o segundo se preocupa garantir sua continuidade miserável. O encontro da crueza com o lirismo.
Gênero: tragicomédia
Duração: 70 minutos
Onde: Teatro da União Beneficente Recreativa Operária (UBRO)
Escadaria da Rua Pedro Soares, nº 15, fundos do Colégio Bom Jesus, centro.
Horário: às 19h
Data: 12/09/2010
Recomendação etária: a partir de 14 anos
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br
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QUANDO: 13 DE SETEMBRO

Floripa Teatro: Histórias de Chuva

Teatro da Gioconda
Autoria e direção: Milton Morales Filho
São Paulo / SP
O projeto Histórias de Chuva é composto por duas peças – uma para o público infantil e outra para o adulto – que podem ser apresentadas juntas ou separadamente, pois, embora interligadas, são independentes. Ambas serão encenadas no 17º Floripa Teatro, em diferentes locais, dias e horários.
A versão para os adultos se passa em uma rua no centro de São Paulo, nos dias de hoje. Nela, há uma loja chamada A Sublimação, Artigos para Crianças, Senhoras e Cavalheiros, onde trabalha um velho guardador de histórias de chuva. Em pequenos frascos, ele conserva água da chuva que tem o poder de manter intactas as lembranças de como foi aquele dia de quem passou pelo local. Basta tomar uma gota para recordá-las.
Essa “biblioteca da memória” é frequentada por diferentes tipos urbanos, entre eles, o Homem Molhado, obsessivo pela memória da Mulher Vestida de Chuva; o Homem de Impermeável, que nunca tomou chuva; um jóquei rejeitado pelos cavalos; todos num caminho de busca e reencontro. Há também um policial civil e sua filha adolescente à procura da mãe, que a abandonou aos sete anos. A jovem é a mesma menina da versão infantil, hoje, vivendo com o pai e a empregada Lélia que a criou. No dia do seu 16º aniversário, a garota encontra a loja.
Entre a psicodelia e o sonho, a encenação altera a lógica linear, superpõe ações e trabalha o tempo sob diferentes perspectivas para contar histórias de vida de personagens com características fantásticas, mas não tão improváveis de existir.
Gênero: realismo fantástico
Duração: 80 minutos
Onde: Casa das Máquinas, Rua Henrique Veras Nascimento nº 50. Lagoa da Conceição
Horário: às 19h e às 21h30
Data: 13/09/2010
Recomendação etária: a partir de 16 anos
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Sintoma
Cia. Silvana Abreu
Autor: Angela Sassine
Direção: Silvana Abreu
São Paulo / SP
Mercedes Vieira de Carvalho, uma distinta e respeitável dama da sociedade, aguarda na sala de espera a consulta com o analista. Está abalada por conta de um sintoma desconhecido e não consegue controlar as mãos. Neste momento solitário, os desejos reprimidos entram em choque com seus antigos costumes. Na tentativa de manter a ordem, fala sobre comportamento e dá uma aula muito divertida sobre etiqueta e boas maneiras, criando situações inusitadas e tragicômicas.
De humor refinado, o monólogo é enriquecido com mímica, dança e uma trilha sonora composta por tangos de Astor Piazzolla, Carlos Gardel e outros autores. A atriz canta, dança e divide com o público confissões engraçadas e emocionantes sobre sua intimidade, expurgando conceitos e preconceitos arraigados por toda uma vida. Como um vômito, a grande faxina interna de detritos que já não fazem sentido algum reflete a condição feminina, que, em pleno século XXI, ainda se vê atrelada a valores ultrapassados que cerceiam suas vontades, que reprimem seus desejos mais íntimos, sua sexualidade plena, sua tomada de posição.
O figurino criado pelo estilista Fause Haten simboliza esteticamente as cascas endurecidas da repressão dos desejos, da dureza dos comportamentos padronizados e vazios de sentido. A libertação dessa “armadura” ocorre quando a personagem descobre que pode se livrar do vestido pesado e experimentar, pela primeira vez, movimentar-se com leveza, momento em que traja um vestido claro e sensual, podendo, finalmente, dançar sua autêntica alegria.
A peça foi contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2007 e já recebeu em festivais prêmios de melhor atriz, texto original e figurino, além de indicações para direção, trilha sonora e iluminação.
Gênero: tragicomédia
Duração: 50 minutos
Onde: Teatro Álvaro de Carvalho – centro – Florianópolis
Horário: às 20h30
Data: 13/09/2010
Recomendação etária: a partir de 12 anos
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: A Peleja do Amor no Coração de Severino de Mossoró
O Pessoal do Tarará
Autoria e direção: Dionízio de Apodi
Mossoró / RN
Severino de Mossoró, dono de mente brilhante, língua afiada e, para o seu desgosto, nariz extravagante, ama desesperadamente a prima Roxana. O motivo de sua amargura, porém, o impede de se declarar à moça, que, por sua vez, se vale do amor que o primo lhe dedica para que este proteja Cristiano, belo e jovem rapaz por quem Roxana se sente atraída. Ao se aproximar de Cristiano, Severino percebe que o mancebo não tem habilidade com as palavras, requisito fundamental para chegar ao coração da jovem. Severino propõe, então, unir sua eloquência poética à beleza de Cristiano para juntos conquistarem o amor de Roxana.
Livre adaptação do clássico “Cyrano de Bergerac”, do francês Edmond Rostand (1868-1918), estreou em setembro de 2006, após quase um ano de montagem. Privilegiando aspectos de sua realidade, o grupo mostra a nítida presença da arte do poeta mossoroense Antônio Francisco e do saudoso violeiro Elizeu Ventania, também nascido no Rio Grande do Norte. No entanto, preservou-se o encontro do erudito com o popular, tornando a peça regional e ao mesmo tempo clássica.
Exemplo disso é a referência à famosa cena da janela de “Romeu e Julieta”, outro texto de alcance mundial. Já o que seria originalmente um duelo de espadas se transforma num repente, onde a disputa se dá na batida do coco nordestino. A música, composta a partir da literatura de cordel e das canções de Ventania, ganha arranjos com sons eruditos de violino e piano e populares de zabumba, sanfona e triângulo. Com esta concepção, participou de vários festivais, recebendo prêmios de melhor espetáculo (júri técnico e popular), direção, ator, ator coadjuvante, atriz, cenografia, maquiagem, iluminação, sonoplastia e trilha sonora.
Gênero: comédia romântica
Duração: 70 minutos
Onde: Onde: Lona Centro - Largo da Catedral Metropolitana
Horário: às 12h e 17h
Recomendação etária: livre
Data: 13/09/2010
Ingresso: Gratuito
Informações: www.floripateatro.com.br
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QUANDO: 14 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: O Amargo Santo da Purificação

Para o seu novo trabalho de pesquisa de Teatro de Rua, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz escolheu a história do revolucionário brasileiro Carlos Marighella, que viveu e morreu durante períodos críticos da história contemporânea do nosso país, sendo protagonista na luta contra as ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar.
A encenação coletiva conta a história de um herói popular, que os setores dominantes tentaram banir da cena nacional durante décadas. Na seqüência de cenas apresentada, o público assiste momentos importantes desta trajetória: origens na Bahia, juventude, poesia, ditadura do Estado Novo, resistência, prisão, Democracia, Constituinte, clandestinidade, Ditadura Militar, luta armada, morte em emboscada e o resgate histórico, buscando um retrato humano do que foi o Brasil no século XX.
É uma história de coragem e ousadia, perseverança e firmeza em todas as convicções. A coerência dos ideais socialistas atravessando uma vida generosa e combatente, de ponta a ponta. Marighella não abdicou ao direito de sonhar com um mundo livre de todas as opressões. Viveu, lutou e morreu por esse sonho.
Horário: 16h
Local: Largo da Alfândega
Data: 14/09/2010
Duração: 1h40min
Classificação etária: Livre (espetáculo adulto)

Festival Palco Giratório: Diário Mal Assombrado
Numa noite de lua cheia, dois curiosos encontram uma mala e, dentro dela, um diário. Mas esse não é um diário qualquer, nele estão guardadas memórias de assombrações.
Ao lerem suas histórias, eles libertam a Mulher-Caveira, a Velha do Saco, o Homenzinho Terrível, a Grande Malvada e outros personagens de arrepiar! Entre sustos e risadas, esses estranhos visitantes mostrarão que podem não ser tão feios assim, nem malvados.
A proposta do espetáculo Diário Mal Assombrado é brincar de sentir medo. Utilizando uma estética bem particular e com muito humor, a idéia da Cia. Mevitevendo é criar uma encenação instigante, onde bonecos e atores interagem durante todas as cenas.
Com uma narrativa construída através de cenas curtas, realidade e imaginário se misturam o tempo todo. Um ponto interessante da peça é o belo aprendizado passado aos espectadores, que estimula aos espectadores a criação de um olhar diferente sobre como conviver com as diferenças, enxergar além das aparências, discutindo conceitos de como bonito e feio, bem e mal são algumas das iniciativas que propõe a Mevitevendo.
Horário: 20h
Local: Teatro SESC Prainha – CAF
Duração: 50min
Classificação etária: 10 anos
Data: 14/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Floripa Teatro: Sintoma
Cia. Silvana Abreu
Autor: Angela Sassine
Direção: Silvana Abreu
São Paulo / SP
Mercedes Vieira de Carvalho, uma distinta e respeitável dama da sociedade, aguarda na sala de espera a consulta com o analista. Está abalada por conta de um sintoma desconhecido e não consegue controlar as mãos. Neste momento solitário, os desejos reprimidos entram em choque com seus antigos costumes. Na tentativa de manter a ordem, fala sobre comportamento e dá uma aula muito divertida sobre etiqueta e boas maneiras, criando situações inusitadas e tragicômicas.
De humor refinado, o monólogo é enriquecido com mímica, dança e uma trilha sonora composta por tangos de Astor Piazzolla, Carlos Gardel e outros autores. A atriz canta, dança e divide com o público confissões engraçadas e emocionantes sobre sua intimidade, expurgando conceitos e preconceitos arraigados por toda uma vida. Como um vômito, a grande faxina interna de detritos que já não fazem sentido algum reflete a condição feminina, que, em pleno século XXI, ainda se vê atrelada a valores ultrapassados que cerceiam suas vontades, que reprimem seus desejos mais íntimos, sua sexualidade plena, sua tomada de posição.
O figurino criado pelo estilista Fause Haten simboliza esteticamente as cascas endurecidas da repressão dos desejos, da dureza dos comportamentos padronizados e vazios de sentido. A libertação dessa “armadura” ocorre quando a personagem descobre que pode se livrar do vestido pesado e experimentar, pela primeira vez, movimentar-se com leveza, momento em que traja um vestido claro e sensual, podendo, finalmente, dançar sua autêntica alegria.
A peça foi contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2007 e já recebeu em festivais prêmios de melhor atriz, texto original e figurino, além de indicações para direção, trilha sonora e iluminação.
Gênero: tragicomédia
Duração: 50 minutos
Onde: Casa das Máquinas, Rua Henrique Veras Nascimento nº 50. Lagoa da Conceição
Horário: às 20h
Recomendação etária: a partir de 12 anos
Data: 14/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: A Fabulosa Viagem de Duda e Lola em Busca da Irmã Perdida ou... Cadê Kika?
Caixa de Histórias
Autor: Glauce Carvalho e Karina Müller
Direção: Marcio Douglas
S. J. dos Campos / SP
Duda e Lola saem numa aventura em busca de Kika, sua irmã perdida. Nessa fabulosa viagem elas terão que cumprir tarefas e encontrar personagens fantásticos (o maior Medroso do mundo; uma Fofoqueira que sabe tudo e explica tudo; e um Homem que não ri), mudando a vida deles, guiadas pela intuição e imaginação.
O espetáculo é resultado de um mergulho em fantásticas histórias da literatura universal. Cenários adereços e figurinos são feitos com materiais recicláveis que, no decorrer da história, transformam-se em personagens.
A pesquisa, a criação do texto, a relação com os profissionais envolvidos no processo e o fortalecimento da dupla em cena trouxe uma nova forma de trabalho para as atrizes Glauce Carvalho e Karina Müller. Essa experimentação revelou uma descoberta artística e se tornou a principal linha de pesquisa de uma linguagem voltada às crianças
Gênero: aventura
Recomendação etária: 3 a 12 anos
Duração: 55 minutos
Onde: Teatro da União Beneficente Recreativa Operária (UBRO)
Escadaria da Rua Pedro Soares, nº 15, fundos do Colégio Bom Jesus, centro.
Horário: às 10h e às 15h
Data: 14/09/2010
Recomendação etária: livre – a partir de 03 anos
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: A Peleja do Amor no Coração de Severino de Mossoró
O Pessoal do Tarará
Autoria e direção: Dionízio de Apodi
Mossoró / RN
Severino de Mossoró, dono de mente brilhante, língua afiada e, para o seu desgosto, nariz extravagante, ama desesperadamente a prima Roxana. O motivo de sua amargura, porém, o impede de se declarar à moça, que, por sua vez, se vale do amor que o primo lhe dedica para que este proteja Cristiano, belo e jovem rapaz por quem Roxana se sente atraída. Ao se aproximar de Cristiano, Severino percebe que o mancebo não tem habilidade com as palavras, requisito fundamental para chegar ao coração da jovem. Severino propõe, então, unir sua eloquência poética à beleza de Cristiano para juntos conquistarem o amor de Roxana.
Livre adaptação do clássico “Cyrano de Bergerac”, do francês Edmond Rostand (1868-1918), estreou em setembro de 2006, após quase um ano de montagem. Privilegiando aspectos de sua realidade, o grupo mostra a nítida presença da arte do poeta mossoroense Antônio Francisco e do saudoso violeiro Elizeu Ventania, também nascido no Rio Grande do Norte. No entanto, preservou-se o encontro do erudito com o popular, tornando a peça regional e ao mesmo tempo clássica.
Exemplo disso é a referência à famosa cena da janela de “Romeu e Julieta”, outro texto de alcance mundial. Já o que seria originalmente um duelo de espadas se transforma num repente, onde a disputa se dá na batida do coco nordestino. A música, composta a partir da literatura de cordel e das canções de Ventania, ganha arranjos com sons eruditos de violino e piano e populares de zabumba, sanfona e triângulo. Com esta concepção, participou de vários festivais, recebendo prêmios de melhor espetáculo (júri técnico e popular), direção, ator, ator coadjuvante, atriz, cenografia, maquiagem, iluminação, sonoplastia e trilha sonora.
Gênero: comédia romântica
Recomendação etária: livre
Duração: 70 minutos
Onde: Lona Sul – Centro Comunitário do Rio Tavares
Horário: às 15h e 20h
Data: 14/09/2010
Recomendação etária: a partir de 14 anos
Ingresso: Gratuito
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Histórias de Chuva - Gênese
Teatro da Gioconda
Autoria e direção: Milton Morales Filho
São Paulo / SP
*O projeto Histórias de Chuva é composto por duas peças – uma para o público infantil e outra para o adulto – que podem ser apresentadas juntas ou separadamente, pois, embora interligadas, são independentes. Ambas serão encenadas no 17º Floripa Teatro, em diferentes locais, dias e horários.
Na versão para crianças, em uma noite chuvosa, uma menina de sete anos e sua mãe inventam histórias antes de dormir. De repente, seres imaginários invadem seu quarto. A garota está enxergando o mundo de uma maneira bem diferente do que ele é, mas bem parecido com aquilo que ela gostaria que fosse.
O cotidiano da pequena se confunde com o mundo mágico e onírico, num tempo congelado e preservado dentro de si. O espetáculo utiliza elementos de contos de fada para mostrar como a criança vê o mundo. A partir de seu interior, de maneira subjetiva, a ordem da realidade que ela experimenta é de acordo com a imagem de seus pais e do que se passa dentro da família.
A transformação etérea da imaginação fica evidente na sequência de cenas, onde uma cena entra na outra que entra na outra que entra na outra, livres como os pensamentos de uma criança, que para ocorrer uma mudança basta ter a simples intenção e mudar. Uma criança imersa em uma brincadeira, num segundo, pode largá-la para outro mergulho. Nem por isso, há ruptura interna, apenas segue o fluxo de sua intuição e de seu desejo. A montagem é cheia de aparições repentinas, objetos fantásticos, onde a sequência de cenas obedece ao impulso de uma brincadeira.
O projeto, que estimula a leitura e aborda relação de pais e filhos (em momentos de afetividade cada vez mais raros, como o de colocar a criança para dormir), foi contemplado com o Prêmio de Incentivo ao Teatro Paulista 2008, sendo que “Gênese” foi finalista no Concurso Nacional de Dramaturgia do Centro de Pesquisa e Estudos do Teatro Infantojuvenil (Cepetin) do Rio de Janeiro no mesmo ano e recebeu, em 2009, indicações ao Prêmio Femsa para melhor texto, trilha original e iluminação, além de melhor espetáculo infantil no Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro.
Gênero: realismo fantástico
Duração: 55 minutos
Onde: Teatro Pedro Ivo
Horário: às 10h e às 15h
Data: 14/09/2010
Recomendação etária: livre – a partir de 04 anos
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br
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QUANDO: 15 DE SETEMBRO

Floripa Teatro: Estórias Brincantes de Muitas Mainhas

Cia. do Abração
Autoria e Direção: Letícia Guimarães
Curitiba / PR
Onde: Teatro da União Beneficente Recreativa Operária (UBRO)
Escadaria da Rua Pedro Soares, nº 15, fundos do Colégio Bom Jesus, centro. Fone: (48) 3222-0529.
Horário: às 10h e às 15h
Recomendação etária: livre – a partir de 03 anos
Data: 15/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Carroça dos Sonhos
Creche na Coxia
Autoria e direção:
Silvana Lima
Cabo Frio / RJ
No início do século XX, uma família de teatro mambembe viaja pelo Brasil apresentando espetáculos e tentando sobreviver do ofício de artista. Em busca de plateia, o grupo “estaciona” a carroça repleta de adereços num lugarejo de nome Santa Luisiana, onde se anuncia como a trupe mais famosa do Brasil: a Carroça dos Sonhos.
A arte de representar é o grande desafio dessa família, que traz como herança histórias de viagens, cantorias, personagens e tramas, mas também de falta de público e incerteza do pão. Traz ainda experiências de amor pela arte e de persistência na luta contra o preconceito da sociedade, que via na figura do artista um “vagabundo” que não queria trabalhar.
Em meio a conflitos familiares e dificuldades de sobrevivência com o modo de vida mambembe, um dos atores se apaixona pela filha do coronel da pequena cidade. A partir daí tem início um metateatro onde uma história se funde em outra, misturando realidade e fantasia, todas elas, discutindo a relação do artista com o ofício e o público.
Desde a estreia, em 2007, no Rio de Janeiro, “Carroça dos Sonhos” já circulou por diversos teatros e festivais pelo Brasil, conquistando 29 prêmios em diferentes categorias. Por onde passa, o espetáculo emociona o público com uma encenação agregada à musicalidade e uma abordagem atemporal, que fala dos encantos na vida do artista e da arte de encantar a plateia.
Gênero: farsa
Duração: 55 minutos
Onde: Lona Centro – Largo da Catedral Metropolitana
Horário: às 10h e às 15h
Recomendação etária: livre – a partir de 07 anos
Data: 15/09/2010
Ingresso: Gratuito
Informações: www.floripateatro.com.br

Festival Palco Giratório: Retrato de Augustine
A peça se passa no Hospital La Salpêtrière, em Paris, instituição que, no século XIX, foi palco de importantes transformações que marcaram a história de medicina. Lá, o famoso neurologista Jean-Martin Charcot, futuro orientador de Freud, realizou um intenso estudo sobre a histeria.
O espetáculo é baseado em registros verídicos do acervo do Hospital que retratam a relação entre Charcot e Augustine, uma jovem paciente exibida em palestras públicas e sessões de fotografia por ser uma “perfeita ilustração da histeria”.
Outro fato interessante nesta história é ver como a fotografia, que na época chegava como uma nova tecnologia, passa a ser usada por Charcot como um recurso para a ciência. Utilizadas para catalogar as formas e os ciclos dos ataques histéricos de sua paciente. É aí que teatro e histeria se entrelaçam, dando forma a trama.
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Prainha – CAF
Duração: 90 minutos
Classificação etária: 14 anos
Data: 15/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Floripa Teatro: A Peleja do Amor no Coração de Severino de Mossoró
O Pessoal do Tarará
Autoria e direção: Dionízio de Apodi
Mossoró / RN
Severino de Mossoró, dono de mente brilhante, língua afiada e, para o seu desgosto, nariz extravagante, ama desesperadamente a prima Roxana. O motivo de sua amargura, porém, o impede de se declarar à moça, que, por sua vez, se vale do amor que o primo lhe dedica para que este proteja Cristiano, belo e jovem rapaz por quem Roxana se sente atraída. Ao se aproximar de Cristiano, Severino percebe que o mancebo não tem habilidade com as palavras, requisito fundamental para chegar ao coração da jovem. Severino propõe, então, unir sua eloquência poética à beleza de Cristiano para juntos conquistarem o amor de Roxana.
Livre adaptação do clássico “Cyrano de Bergerac”, do francês Edmond Rostand (1868-1918), estreou em setembro de 2006, após quase um ano de montagem. Privilegiando aspectos de sua realidade, o grupo mostra a nítida presença da arte do poeta mossoroense Antônio Francisco e do saudoso violeiro Elizeu Ventania, também nascido no Rio Grande do Norte. No entanto, preservou-se o encontro do erudito com o popular, tornando a peça regional e ao mesmo tempo clássica.
Exemplo disso é a referência à famosa cena da janela de “Romeu e Julieta”, outro texto de alcance mundial. Já o que seria originalmente um duelo de espadas se transforma num repente, onde a disputa se dá na batida do coco nordestino. A música, composta a partir da literatura de cordel e das canções de Ventania, ganha arranjos com sons eruditos de violino e piano e populares de zabumba, sanfona e triângulo. Com esta concepção, participou de vários festivais, recebendo prêmios de melhor espetáculo (júri técnico e popular), direção, ator, ator coadjuvante, atriz, cenografia, maquiagem, iluminação, sonoplastia e trilha sonora.
Gênero: comédia romântica
Duração: 70 minutos
Onde: Lona Norte – Terreno entre Hotel Ilha do Sol e Cia Inglesa Hotel. Rua Dom João Becker nº 304. Centrinho/Praia dos Ingleses
Horário: às 15h e 20h
Data: 15/09/2010
Recomendação etária: livre
Ingresso: Gratuito
Informações: www.floripateatro.com.br
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QUANDO: 16 DE SETEMBRO

Floripa Teatro: Ana-me

Teatro de Senhoritas
Autoria e Direção: Teatro de Senhoritas
São Paulo / SP
Onde: Teatro da União Beneficente Recreativa Operária (UBRO)
Escadaria da Rua Pedro Soares, nº 15, fundos do Colégio Bom Jesus, centro. Fone: (48) 3222-0529.
Horário: às 19h e às 21h
Recomendação etária: a partir dos 16 anos
Data: 16/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Festival Palco Giratório: Ingrid
Ingrid Betancourt nasceu em 1961 na Colômbia. Passou parte de sua juventude na França, onde estudou Ciências Políticas. Ao retornar ao seu país, iniciou uma carreira política baseada na luta contra o tráfico de drogas e a corrupção. Foi eleita deputada e a seguir senadora, com a maior votação do país. No ano de 2001, candidatou-se à Presidência da República, porém em fevereiro de 2002, três meses antes das eleições presidenciais, foi sequestrada pelas FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), e permaneceu nas selvas colombianas por seis anos e meio. Até ser libertada, em junho de 2008, por uma operação de inteligência militar, junto com outros 14 reféns.
É baseada nesta experiência vivida em cativeiro pela ex-candidata à Presidência da República da Colômbia que foi construída a proposta do espetáculo Ingrid: uma reflexão sobre o problema do sequestro neste país latino-americano, tratando de suas seqüelas na sociedade e nas pessoas privadas de liberdade.
A encenação faz um recorte da situação do cativeiro, que apresenta a complexidade de cotidiano de espera, vivido pelos seqüestrados. Marcado por repetições de cenas e imagens, o espetáculo propõe passar para o público a desoladora e agoniante sensação dos seqüestrados em meio a esse ambiente hostil, que é preenchido por sinais de esperança transmitidos por seus familiares em um programa de rádio local chamado “As vozes do cativeiro”.
Horário: 20h
Local: Teatro SESC Prainha
Duração: 60min
Classificação etária: 14 anos
Data: 16/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Floripa Teatro: Mau Humor
O Grelo Falante
Autoria e direção: Lucília de Assis
Rio de Janeiro / RJ
Numa época em que ninguém tem tempo para nada e para ninguém, onde todos querem mais é ficar adorando o próprio umbigo, cada vez mais atores falam de si, dentro e fora do palco, enquanto espectadores ouvem o seu próprio pensamento saindo da boca de outrem. A evolução do egotismo, onde o senso exagerado de importância dada a si mesmo, se reflete no hábito de falar sempre de si, abusando do pronome pessoal da primeira (e única, para alguns) pessoa, o eumismo vai além e transpõe para o palco a era da egomania. O resultado é uma obra em que a personagem, ao cultuar a si própria, acaba por mostrar o seu melhor e o seu pior.
As personagens do eumismo são a síntese de uma sociedade ególatra, narcísica-competitiva-individualista, que desconsidera o outro, mas que acaba por se reconhecer nele como parte desse todo. O Teatro do Eumismo, portanto, nada mais é que o teatro que retrata a pluralidade de uma sociedade impessoal que redescobre sua identidade por meio da singularidade do indivíduo.
“Mau Humor” faz parte deste teatro. Uma personagem sem nome, estressada, desabafa com a platéia sobre tudo o que a deixa aborrecida e por isso não consegue começar o espetáculo, mas seu mau humor e sua imperiosidade de ditar regras e se autoafirmar é tanta que ela consegue ir à frente. Pontuado pela comicidade do início ao fim, fala destes tempos impregnados de violência, alarmes, aparatos de segurança, correria, luta pela sobrevivência, que são capazes de levar qualquer um ao sentimento de vulnerabilidade e a viver, sem perceber, blindado, defendido, agressivo, autocentrado e mal-humorado.
Gênero: comédia
Duração: 60 minutos
Onde: Casa das Máquinas, Rua Henrique Veras Nascimento nº 50. Lagoa da Conceição
Horário: às 20h
Recomendação etária: a partir de 14 anos
Data: 16/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Carroça dos Sonhos
Creche na Coxia
Autoria e direção:
Silvana Lima
Cabo Frio / RJ
No início do século XX, uma família de teatro mambembe viaja pelo Brasil apresentando espetáculos e tentando sobreviver do ofício de artista. Em busca de plateia, o grupo “estaciona” a carroça repleta de adereços num lugarejo de nome Santa Luisiana, onde se anuncia como a trupe mais famosa do Brasil: a Carroça dos Sonhos.
A arte de representar é o grande desafio dessa família, que traz como herança histórias de viagens, cantorias, personagens e tramas, mas também de falta de público e incerteza do pão. Traz ainda experiências de amor pela arte e de persistência na luta contra o preconceito da sociedade, que via na figura do artista um “vagabundo” que não queria trabalhar.
Em meio a conflitos familiares e dificuldades de sobrevivência com o modo de vida mambembe, um dos atores se apaixona pela filha do coronel da pequena cidade. A partir daí tem início um metateatro onde uma história se funde em outra, misturando realidade e fantasia, todas elas, discutindo a relação do artista com o ofício e o público.
Desde a estreia, em 2007, no Rio de Janeiro, “Carroça dos Sonhos” já circulou por diversos teatros e festivais pelo Brasil, conquistando 29 prêmios em diferentes categorias. Por onde passa, o espetáculo emociona o público com uma encenação agregada à musicalidade e uma abordagem atemporal, que fala dos encantos na vida do artista e da arte de encantar a plateia.
Gênero: farsa
Recomendação etária: a partir de 7 anos
Duração: 55 minutos
Onde: Teatro Governador Pedro Ivo
Data: 16/09/2010
Horário: às 10h e às 15h
Recomendação etária: livre – a partir de 03 anos
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br
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QUANDO: 17 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Malentendido

Após 20 anos morando fora do país de origem, um homem volta a sua terra natal à procura de sua verdadeira identidade. O passar do tempo faz com que sua mãe e irmã não o reconhecessem e, em consequência de um mal-entendido, ele é assassinado.
Malentendido trata-se de uma das peças mais célebres de Albert Camus – ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, escrita em 1943 durante a Segunda Guerra Mundial. Soando no contexto do Brasil de hoje, o espetáculo aborda temas que fazem parte da sociedade atual, como a necessidade de fortalecer nossa identidade, a busca pelas raízes, a comunicação, a não-violência.
Uma produção de sucesso no Rio de Janeiro, com direção de Marco André Nunes e a participação da premiada atriz Carolina Virguez, aclamada pela atuação em “ingrid” (Betancourt), e você pode conferir um trecho da peça no vídeo abaixo.
Horário: 20h
Local: Teatro da UBRO
Duração: 80 minutos
Classificação etária: 16 anos
Data: 17/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Floripa Teatro: Mau Humor
O Grelo Falante
Autoria e direção: Lucília de Assis
Rio de Janeiro / RJ
Numa época em que ninguém tem tempo para nada e para ninguém, onde todos querem mais é ficar adorando o próprio umbigo, cada vez mais atores falam de si, dentro e fora do palco, enquanto espectadores ouvem o seu próprio pensamento saindo da boca de outrem. A evolução do egotismo, onde o senso exagerado de importância dada a si mesmo, se reflete no hábito de falar sempre de si, abusando do pronome pessoal da primeira (e única, para alguns) pessoa, o eumismo vai além e transpõe para o palco a era da egomania. O resultado é uma obra em que a personagem, ao cultuar a si própria, acaba por mostrar o seu melhor e o seu pior.
As personagens do eumismo são a síntese de uma sociedade ególatra, narcísica-competitiva-individualista, que desconsidera o outro, mas que acaba por se reconhecer nele como parte desse todo. O Teatro do Eumismo, portanto, nada mais é que o teatro que retrata a pluralidade de uma sociedade impessoal que redescobre sua identidade por meio da singularidade do indivíduo.
“Mau Humor” faz parte deste teatro. Uma personagem sem nome, estressada, desabafa com a platéia sobre tudo o que a deixa aborrecida e por isso não consegue começar o espetáculo, mas seu mau humor e sua imperiosidade de ditar regras e se autoafirmar é tanta que ela consegue ir à frente. Pontuado pela comicidade do início ao fim, fala destes tempos impregnados de violência, alarmes, aparatos de segurança, correria, luta pela sobrevivência, que são capazes de levar qualquer um ao sentimento de vulnerabilidade e a viver, sem perceber, blindado, defendido, agressivo, autocentrado e mal-humorado.
Gênero: comédia
Duração: 60 minutos
Onde: Lona Sul, Rio Tavares. Área do Centro Comunitário. Rod. SC 405 nº 480 (Km 3)
Horário: às 20h
Recomendação etária: a partir de 14 anos
Data: 17/09/2010
Ingresso: Gratuito.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Só Serei Flor Quando Tu Flores
Cia. Cênica Espiral
Autor: criação coletiva
Direção: Alex de Souza
São José / SC
Na solidão enfadonha de seus afazeres, três costureiras buscam em músicas do rádio um caminho de fuga que as leve para outro lugar menos opressivo. Aos poucos, os materiais de trabalho tornam-se a exteriorização do mundo fantástico, constituído por suas lembranças, seus desejos, contidos na rotina diária. Os suspiros e sorrisos guardados são dedicados àqueles pedaços de tecidos, e assim o boneco ganha vida – uma vida de ilusão, quase uma brincadeira.
Deste modo, entre tecidos, linhas e agulhas, nasce Gerânio da Rosa e com ele as fantasias e anseios que teimamos em esconder de nós mesmos. Aliando a interpretação de três atrizes à animação direta de boneco e formas à vista do público, o espetáculo explora com sensibilidade as relações de ilusão e desilusão, permeadas por solidão e esperança de um recomeço. As costureiras fogem da realidade entediante, criando um universo fantástico, onde a ilusão é construída com os pedaços do mundo que as cercam.
O espetáculo, primeiramente, foi idealizado e montado por Alex de Souza no curso de graduação em artes cênicas da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em 2005. Ao término da disciplina, a montagem foi engavetada, mas não junto a vontade de retomá-la em momento propício, o que ocorreu no final de 2007, quando a Cia. Cênica Espiral já estava a ser concebida.
Sem falas ou texto como base, a peça começou a ser construída a partir de uma idéia simples: apenas um boneco em cena, que deveria se relacionar com determinadas músicas tocadas no rádio (Tânia Alves, Roberto Carlos, Vitor Ramil, Paulinho Moska, Louis Armstrong, Ella Fitzgerald, Alceu Valença, Marisa Monte, etc.), sendo ele montado e desmontado aos olhos do público. A delicadeza do toque preciso desta técnica de animação é evidenciada na cenografia, figurinos, iluminação, interpretação e dramaturgia.
Gênero: teatro de animação
Duração: 40 minutos
Onde: Casa das Máquinas, Rua Henrique Veras Nascimento nº 50. Lagoa da Conceição
Horário: às 15h e às 20h
Recomendação etária: livre
Data: 17/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Carroça dos Sonhos
Creche na Coxia
Autoria e direção: Silvana Lima
Cabo Frio / RJ
No início do século XX, uma família de teatro mambembe viaja pelo Brasil apresentando espetáculos e tentando sobreviver do ofício de artista. Em busca de plateia, o grupo “estaciona” a carroça repleta de adereços num lugarejo de nome Santa Luisiana, onde se anuncia como a trupe mais famosa do Brasil: a Carroça dos Sonhos.
A arte de representar é o grande desafio dessa família, que traz como herança histórias de viagens, cantorias, personagens e tramas, mas também de falta de público e incerteza do pão. Traz ainda experiências de amor pela arte e de persistência na luta contra o preconceito da sociedade, que via na figura do artista um “vagabundo” que não queria trabalhar.
Em meio a conflitos familiares e dificuldades de sobrevivência com o modo de vida mambembe, um dos atores se apaixona pela filha do coronel da pequena cidade. A partir daí tem início um metateatro onde uma história se funde em outra, misturando realidade e fantasia, todas elas, discutindo a relação do artista com o ofício e o público.
Desde a estreia, em 2007, no Rio de Janeiro, “Carroça dos Sonhos” já circulou por diversos teatros e festivais pelo Brasil, conquistando 29 prêmios em diferentes categorias. Por onde passa, o espetáculo emociona o público com uma encenação agregada à musicalidade e uma abordagem atemporal, que fala dos encantos na vida do artista e da arte de encantar a plateia.
Gênero: farsa
Recomendação etária: a partir de 7 anos
Duração: 55 minutos
Onde: Lona Norte – Centrinho dos Ingleses
Horário: às 10h e às 15h
Recomendação etária: livre – a partir de 03 anos
Data: 17/09/2010
Ingresso: Gratuito
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: As Troianas – Vozes da Guerra
Núcleo Experimental
Autor: adaptação de As Troianas, de Eurípides, por Zé Henrique de Paula
Direção: Zé Henrique de Paula
São Paulo / SP
Ao término da guerra contra Esparta – travada por causa do amor de seus governantes pela mesma mulher –, Tróia, a cidade perdedora, foi aniquilada e todos os homens mortos. As mulheres sobreviventes foram aprisionadas e escravizadas pelo inimigo. A partir do relato dessas personagens, criadas há quase 2.500 anos, Eurípides conseguiu mostrar uma visão feminina sobre a guerra: Hécuba, rainha de Tróia, é a protetora de todas, a mais velha. A profetisa Cassandra, sua filha, tem delírios sobre os rumos da batalha. Andrômaca esconde seu filho, Astíanax, para que ele não seja morto pelos soldados. Helena, causadora do conflito, disfarça-se de troiana para não ser descoberta por Menelau, seu marido, rei de Esparta.
Nesta livre adaptação de Zé Henrique de Paula, a ação é transposta para a Segunda Guerra Mundial, resgatando a história das sobreviventes do conflito de Tróia – aqui, judias arrasadas pelo holocausto nazista – para incitar alguns questionamentos inerentes a qualquer guerra: o que se passa dentro de um campo de concentração? Como é ter a privação quase que completa de seus direitos? Como são tratadas essas pessoas? Existe esperança numa situação como essa?
Uma vez alijadas dos direitos mais elementares pelos seus opressores, as mulheres se expressam através de canções, afirmando sua identidade como povo, resistindo na manutenção de suas tradições, lembrando os bons momentos que passaram junto à família separada ou dizimada, rendendo homenagem a seus entes queridos e reafirmando a saudade de sua terra natal. As músicas da peça são: “Danny Boy” (irlandesa), “O Haralambis” (grega), “Maslenitsa” (russa), “A Sto Cemo” (servo-croata), “Beau Soir” (francesa), “Oyfn Pripetchik” (canção judaica em iídiche), “Furu Sato” (japonesa), “Durme, Durme” (canção de ninar judaica em ladino) e “Wenn Ich Ein Vöglein Wär” (alemã).
Dos quinze atores, dez são mulheres. Apenas a personagem Helena fala, além dos homens (soldados), todos em alemão. As outras, mães e viúvas, somente cantam a dor e a saudade, em idiomas de nações que já estiveram em situação de guerra. A encenação sem palavras entendíveis em português marca a ousadia do diretor, que optou privilegiar a concepção visual e a música. O espectador que não domina o alemão é conduzido a compreender os acontecimentos cênicos a partir da sonoridade das falas masculinas e das ações, gestos e canções das mulheres.
Na fase de pesquisa, parte do Núcleo Experimental visitou Auschwitz e Birkenau, dois dos campos de concentração mais mortíferos do Terceiro Reich, além das ruínas da cidade de Tróia e o Museu do Holocausto, em Washington, de onde saiu a ideia do cenário, uma réplica de um vagão de trem que transportava judeus para a morte. A estreia foi em junho de 2009, tendo recebido indicações aos prêmios Shell de melhor direção e música, da Cooperativa Paulista de Teatro (CPT) pelo projeto sonoro e ao Prêmio Quem para melhor direção.
Gênero: tragédia
Recomendação etária: 14 anos
Duração: 75 minutos
Onde: Teatro Governador Pedro Ivo
Horário: às 21h
Recomendação etária: livre
Data: 17/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br
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QUANDO: 18 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Tropeço

Dar vida ao simples. Sobre uma mesa, com baús e alguns pequenos objetos cria-se um mundo, onde dois atores manipuladores e suas mãos dão vida a duas personagens: duas velhas que moram juntas.
Partindo da costumeira visão que temos da velhice mostra-se sua solidão e pequenas ações rotineiras, porém cria-se um universo de sutileza e extravagância, poesia e comicidade em mãos que andam, dançam, bebem, respiram, riem e choram.
O espetáculo pretende estimular a imaginação do espectador, motivando-o a tratar a velhice de forma não convencional, através de uma dramaturgia aberta na qual a leitura é individual.
Horário: 16h
Local: Teatro Sesc Prainha
Duração: 35 minutos
Classificação etária: 14 anos
Data: 18/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Floripa Teatro: As Troianas – Vozes da Guerra
Núcleo Experimental
Autor: adaptação de As Troianas, de Eurípides, por Zé Henrique de Paula
Direção: Zé Henrique de Paula
São Paulo / SP
Ao término da guerra contra Esparta – travada por causa do amor de seus governantes pela mesma mulher –, Tróia, a cidade perdedora, foi aniquilada e todos os homens mortos. As mulheres sobreviventes foram aprisionadas e escravizadas pelo inimigo. A partir do relato dessas personagens, criadas há quase 2.500 anos, Eurípides conseguiu mostrar uma visão feminina sobre a guerra: Hécuba, rainha de Tróia, é a protetora de todas, a mais velha. A profetisa Cassandra, sua filha, tem delírios sobre os rumos da batalha. Andrômaca esconde seu filho, Astíanax, para que ele não seja morto pelos soldados. Helena, causadora do conflito, disfarça-se de troiana para não ser descoberta por Menelau, seu marido, rei de Esparta.
Nesta livre adaptação de Zé Henrique de Paula, a ação é transposta para a Segunda Guerra Mundial, resgatando a história das sobreviventes do conflito de Tróia – aqui, judias arrasadas pelo holocausto nazista – para incitar alguns questionamentos inerentes a qualquer guerra: o que se passa dentro de um campo de concentração? Como é ter a privação quase que completa de seus direitos? Como são tratadas essas pessoas? Existe esperança numa situação como essa?
Uma vez alijadas dos direitos mais elementares pelos seus opressores, as mulheres se expressam através de canções, afirmando sua identidade como povo, resistindo na manutenção de suas tradições, lembrando os bons momentos que passaram junto à família separada ou dizimada, rendendo homenagem a seus entes queridos e reafirmando a saudade de sua terra natal. As músicas da peça são: “Danny Boy” (irlandesa), “O Haralambis” (grega), “Maslenitsa” (russa), “A Sto Cemo” (servo-croata), “Beau Soir” (francesa), “Oyfn Pripetchik” (canção judaica em iídiche), “Furu Sato” (japonesa), “Durme, Durme” (canção de ninar judaica em ladino) e “Wenn Ich Ein Vöglein Wär” (alemã).
Dos quinze atores, dez são mulheres. Apenas a personagem Helena fala, além dos homens (soldados), todos em alemão. As outras, mães e viúvas, somente cantam a dor e a saudade, em idiomas de nações que já estiveram em situação de guerra. A encenação sem palavras entendíveis em português marca a ousadia do diretor, que optou privilegiar a concepção visual e a música. O espectador que não domina o alemão é conduzido a compreender os acontecimentos cênicos a partir da sonoridade das falas masculinas e das ações, gestos e canções das mulheres.
Na fase de pesquisa, parte do Núcleo Experimental visitou Auschwitz e Birkenau, dois dos campos de concentração mais mortíferos do Terceiro Reich, além das ruínas da cidade de Tróia e o Museu do Holocausto, em Washington, de onde saiu a ideia do cenário, uma réplica de um vagão de trem que transportava judeus para a morte. A estreia foi em junho de 2009, tendo recebido indicações aos prêmios Shell de melhor direção e música, da Cooperativa Paulista de Teatro (CPT) pelo projeto sonoro e ao Prêmio Quem para melhor direção.
Gênero: tragédia
Recomendação etária: 14 anos
Duração: 75 minutos
Onde: Teatro Governador Pedro Ivo
Horário: às 21h
Recomendação etária: livre
Data: 18/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Caminho da Roça
Trupe Popular Parrua
Autoria e direção: Marcos Araújo de Oliveira e Veruska Costa Haber
Florianópolis / SC
Onde: Casa das Máquinas, Rua Henrique Veras Nascimento nº 50. Lagoa da Conceição
Horário: às 15h e às 20h
Recomendação etária: livre
Data: 18/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br

Floripa Teatro: Carroça dos Sonhos
Creche na Coxia
Autoria e direção:
Silvana Lima
Cabo Frio / RJ
No início do século XX, uma família de teatro mambembe viaja pelo Brasil apresentando espetáculos e tentando sobreviver do ofício de artista. Em busca de plateia, o grupo “estaciona” a carroça repleta de adereços num lugarejo de nome Santa Luisiana, onde se anuncia como a trupe mais famosa do Brasil: a Carroça dos Sonhos.
A arte de representar é o grande desafio dessa família, que traz como herança histórias de viagens, cantorias, personagens e tramas, mas também de falta de público e incerteza do pão. Traz ainda experiências de amor pela arte e de persistência na luta contra o preconceito da sociedade, que via na figura do artista um “vagabundo” que não queria trabalhar.
Em meio a conflitos familiares e dificuldades de sobrevivência com o modo de vida mambembe, um dos atores se apaixona pela filha do coronel da pequena cidade. A partir daí tem início um metateatro onde uma história se funde em outra, misturando realidade e fantasia, todas elas, discutindo a relação do artista com o ofício e o público.
Desde a estreia, em 2007, no Rio de Janeiro, “Carroça dos Sonhos” já circulou por diversos teatros e festivais pelo Brasil, conquistando 29 prêmios em diferentes categorias. Por onde passa, o espetáculo emociona o público com uma encenação agregada à musicalidade e uma abordagem atemporal, que fala dos encantos na vida do artista e da arte de encantar a plateia.
Gênero: farsa
Recomendação etária: a partir de 7 anos
Duração: 55 minutos
Onde: Lona Sul – Centro Comunitário do Rio Tavares
Horário: às 16h e às 20h
Recomendação etária: livre – a partir de 03 anos
Data: 18/09/2010
Ingresso: Gratuito
Informações: www.floripateatro.com.br
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QUANDO: 19 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: “E se…”

A peça discute com bom-humor e fantasia os diversos caminhos que a vida oferece e as interferências das escolhas e ações de cada um no coletivo.
A rua de um centro urbano é o ponto de encontros e desencontros no cotidiano de personagens que surgem em cena com o uso de pequenos adereços nas mãos dos atores. Numa realidade urbana bem brasileira e nem por isso menos universal, cada ação desses personagens, que em sua maioria vivem e dependem da rua, revela novos rumos para a história, criando e recriando universos.
Horário: 16h
Local: Teatro Sesc Prainha
Duração: 45 minutos
Classificação etária: Livre
Data: 19/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Floripa Teatro - Convidado Encerramento: Rebú
Teatro Independente
Autor: Jô Bilac
Direção: Vinicius Arneiro
Rio de Janeiro / RJ
Matias e Bianca, jovens recém-casados, moram numa casa isolada em meio a um campo descampado. Prepara-se para receber Vladine, irmã adoentada do rapaz, que traz consigo seu bem mais precioso: Nataniel, um bode, que para ela é uma espécie de filho. A hiperbólica e exigida cautela com a saúde da hóspede e a presença de seu acompanhante faz com que Bianca, aos poucos, crie uma rivalidade com ambos, levando o embate às últimas consequências.
A encenação faz alusão ao cinema antigo, sem os atuais recursos tecnológicos, tais como projeções e afins. Um passo antes ainda: reporta à gravação em si, ao set de filmagem. A trama é ambientada no final do século XIX, ao qual o espectador é remetido não só pelo figurino, mas também pela postura do elenco e pelo vocabulário polido. O texto, aliás, requer atenção extra dos ouvidos no início, devido à velocidade com que é falado e ao tom contido, que se avoluma junto ao crescente reboliço armado pelas personagens. A plateia se diverte com o ritmo da trama, pontuada de humor ácido.
Segundo espetáculo do grupo, depois do sucesso de “Cachorro!”, em 2008, estreou no ano seguinte e já foi assistida em cidades do estado do Rio de Janeiro, além de Curitiba e São Paulo.
Recomendação etária: 14 anos
Duração: 75 minutos
Onde: Teatro Pedro Ivo
Horário: às 20h
Recomendação etária: livre
Data: 19/09/2010
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) para estudantes e idosos acima de 60 anos.
Informações: www.floripateatro.com.br
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QUANDO: 21 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Dois Amores e Um Bicho

Dois Amores e Um Bicho é uma montagem do texto do venezuelano Gustavo Ott, que convida o público à sala de estar de uma adorável família, que em meio a crimes do passado e presente, iniciam um jogo patético e cheio de perversidade.
Por meio de encenações, a família volta ao passado, investigando os motivos que levaram Pablo, o pai, a espancar um cachorro até a morte, há 15 anos. Paralelo a este jogo investigativo da família, em um zoológico das redondezas, novos assassinatos de animais começam a surgir.
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Prainha – CAF
Duração: 55 minutos
Classificação etária: 16 anos
Data: 21/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

ZYLDA: ANUNCIOU, É APOTEOSE! - Semana Ousada de Artes
Este espetáculo foi elaborado com a participação de 25 acadêmicos, uma atriz convidada e um corpo técnico composto por 21 pessoas, além de seis profissionais que ministraram cursos fundamentais para o trabalho dos atores em cena. É, portanto, um trabalho de grande envergadura e que exigiu muita disciplina e dedicação do corpo nele envolvido, e se constituiu na primeira experiência de encenar um musical na estrutura curricular do CEART.
Zylda é resultante de pesquisas e estudos sobre Teatro de Revista Brasileiro desenvolvidos no CEART. Com este espetáculo materializamos para o publico atual um dos gêneros teatrais mais pulsantes da cena brasileira e que teve grande aceitação popular no final do século XIX e nas cinco primeiras décadas do século XX. A “revista” era um teatro que procurava exaltar o Brasil e a brasilidade, sem com isso descuidar de parodiar e brincar com nossos defeitos e vícios históricos. Gênero que mesclava teatro, dança e muita musica, sendo responsável pelo lançamento de musicas fundamentais da história de nossa Musica Popular. Com Zylda homenageamos a grande atriz brasileira do Teatro de Revista, Aracy Cortes.
Mário Nunes, o critico teatral do jornal carioca A Noite, assim descreveu Aracy em 1923: “É uma figura interessante de fisionomia picante, o corpo gracioso e flexível, interpretando papéis caracteristicamente nossos; possui graça natural e feitio próprio, predicados que lhe asseguram o sucesso e a simpatia da platéia”.
Em sua carreira profissional Aracy atuou em mais de 130 revistas e lançou musicas que ficaram consagradas na historiografia musical brasileira, tais como: Jura, de Sinhô; Ai, Ioiô, de Henrique Vogeler, Marques Porto e Luís Peixoto; No Rancho Fundo, de Ary Barroso e Lamartine Babo; Flor do Lodo, de Ari Mesquita; Aquarela do Brasil, de Ary Barroso; Linda Morena, de Lamartine Babo; Na Batucada da Vida, de Ary Barroso e Luiz Peixoto, etc. Ela é a nossa primeiríssima cantora popular. Era popular antes mesmo de gravar o primeiro disco, numa época em que o rádio apenas nascia. Aracy mora no berço da história da MPB e do nosso canto popular. Aracy foi a primeira grande cantora popular brasileira, foi praticamente a única a fazer sucesso na década de 1920, quando, até então, os grandes nomes eram de vozes masculinas.
Ao morrer, em 08 de janeiro de1985, seu corpo foi velado no saguão de entrada do Teatro João Caetano, na mesma Praça Tiradentes em cujos teatros obteve grandes sucessos. Sobre esta perda Evandro Teixeira, crítico do Jornal do Brasil, escreveu: “mais que uma época, toda uma arte estará partindo com ela." (Recortes do texto de: Vera Collaço)
Horário: 19:00
Onde: Teatro Pedro Ivo
Data: 21/09/2010
Entrada: 1 brinquedo
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QUANDO: 22 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Filhas da Mata

Mulheres esquecidas e abandonadas pelo tempo e pela memória vivem mergulhadas num mundo fronteiriço entre sonho e realidade, lutando pela redescoberta do sentido e suas existências e suas histórias de vida. Sem rumo e presas às marcas do passado, lembranças e ilusões se confundem, levando as personagens a um aparente estado de alienação.
O espetáculo Filhas da Mata, apresentado pelo Grupo Portovelhense O Imaginário, conta com a participação de várias senhoras que compartilham suas memórias com o público e representam o universo metafórico da purificação pelo fluxo das águas.
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Prainha
Duração: 60 minutos
Classificação etária: 14 anos
Data: 22/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Paper Macbeth
Apoiada em relatos de guerras entre linhagens nobres do Reino Unido, Macbeth é uma das tragédias mais sangrentas de Shakespeare, tendo como pano de fundo a ambição. Escrita entre 1603 e 1607, conta a história do general Macbeth que recebe a visita de três bruxas, que predizem seu destino como futuro rei da Escócia. Incentivado por sua mulher, Lady Macbeth, o general comete vários assassinatos para chegar ao trono. Mas logo o casal se vê assediado levando-os à loucura. Temendo a insanidade do Rei, os nobres tramam sua deposição. Após a morte de sua mulher, o Macbeth tenta manter a coroa, mas perde a batalha final, cumprindo assim a profecia das três aparições.
Transformar esta tragédia em uma montagem para o Teatro de Formas Animadas (que engloba bonecos, máscaras e objetos) é um antigo projeto do bonequeiro Cesar Rossi e da pesquisadora de Shakespeare Aline Maciel. Para realizar este desafio, a dupla buscou a diretora Sassá Moretti. Do texto foi compilado apenas o essencial, como é comum neste tipo de teatro para estimular o imaginário do público com recursos visuais.
“Paper Macbeth” começará com a cena da aparição das bruxas. Elas serão confeccionadas pelos atores com jornais e aos olhos do público. Depois da cena em que as bruxas preconizam o futuro de Macbeth, elas voltam a ser meros jornais e são deixadas no chão, evidenciando a matéria prima de que são feitas. As cenas vão se desdobrar sobre uma estrutura metálica, em forma de carroça, que também se transforma no castelo do Rei.
A montagem usará também uma série de recursos, como tesouras flutuantes que desempenharão o papel dos assassinos contratados por Macbeth para matar o rei Duncan, do qual usurpará o trono. Na batalha final, o boneco representado por Macbeth terá tamanho humano e lutará com seu inimigo Macduff, também de tamanho humano, até ser derrotado.
Horário: 19:00
Entrada: 1 brinquedo
Data: 19/09/2010
Onde: Teatro Pedro Ivo
Faixa etária não divulgada
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QUANDO: 23 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Socorro
O corpo, em Socorro, está sempre no limiar da necessidade de socorro, mas a palavra não acontece, o conflito está lá e surge como uma condição humana.
Ser humano significa realizar-se, e de fato é isso que impede que os seres humanos convivam uns com os outros com “boa vontade”. Não podemos fazê-lo por sermos humanos, perdemos a força de nos mantermos juntos e assim surge a solidão.
No espetáculo, inspirado no texto “Gritos de Socorro”, do Austríaco Peter Handke, os atores-bailarinos do Ronda Grupo de Dança e Teatro propõe uma reflexão sobre o modo de vida em que estamos inseridos.
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Prainha
Duração: 60 minutos
Data: 23/09/2010
Classificação etária: 12 anos
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.
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QUANDO: 24 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Pequeno Inventário de Impropriedades
O que seria um simples espaço para desabafos textuais, transformou-se em uma rotina. E uma rotina séria! Dali em diante, era de se esperar novas idéias surgirem e, para passar do mundo digital para o palco foi apenas uma questão de tempo.
Foi da experiência como blogueiro, que surgiu idéia de criar o espetáculo Pequeno Inventário de Impropriedades. Conquistando cada vez mais leitores, Max Reinert, criador do blog de mesmo nome, percebeu que seus textos de ficção despertavam idéias de cenas e, até, curta-metragens. E foi esse feedback a fonte para a criação da peça.
A peça conta a história de um homem que vive dentro de um cotidiano previsível e repetitivo até que um acontecimento muda o rumo de sua vida. Saindo de uma vida ordinária, ele descobre o poder da violência latente dos dias em que vivemos. Ficção e realidade se misturam até não conseguirmos distinguir onde uma começa e a outra termina.
Além de ser gerado de forma inusitada, este espetáculo traz duas novidades, em relação ao trabalho da Téspis Cia. de Teatro: primeiro o fato de este espetáculo ter um texto próprio, e a segunda novidade é a inversão de papeis, em Pequeno Diário de Impropriedades quem atua é o diretor Max Reinert, que é dirigido pela atriz Denise da Luz.
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Prainha – CAF
Duração: 40 minutos
Classificação etária: 14 anos
Data: 24/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.
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QUANDO: 25 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: A Farsa do Mestre Pathelin
Dizem que o problema dos espertos é pensar que todo mundo é bobo. Talvez se Pathelin tivesse ouvido este dito popular, a história seria outra…
A Farsa do Mestre Pathelin conta a história de um advogado espertalhão que em momento de crise econômica, para vestir a si próprio e a sua mulher, resolve aplicar um golpe em um comerciante de tecidos tão esperto quanto ele. Inspirado na fábula “A Raposa e o Corvo”, o advogado envolve o comerciante em sua trama, através de elogios e artimanhas.
Representado pelo Grupo Dionisos de Teatro – Joinville/SC –, o espetáculo mistura propositalmente várias influências do teatro popular, como o circo, a comédia del’arte e o teatro de rua. A peça traz para o palco os conflitos que fazem parte da sociedade desde a sua existência, como falta de dinheiro, luta pela sobrevivência, ética, trapaça, busca pela justiça.
Estas são algumas das discussões que vêm à tona com uma pitada do humor popular, e é através desta alegria e movimento que o espetáculo dá uma “cutucada” em valores, morais ou políticos, tabus sexuais, racionalismo, resgatando estes questionamentos e arrancando risos das pessoas.
Horário: 11h
Local: Rua Felipe Schmidt – Esquina Democrática
Data: 25/09/2010
Duração: 60 minutos
Classificação etária: 12 anos
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QUANDO: 28 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Festa do Morro da Conceição
A dramaturgia do espetáculo Conceição surge do sentimento e das sensações que movem estas pessoas e ressoam nos seus corpos do que em qualquer imagem icônica que caracterize a famosa festa recifense. A proposta não é narrar a história da santa ou da festividade, e sim investigar a intersecção entre o sonoro e o gestual, os sentimentos, o visual e o simbolismo presentes da Festa do Morro da Conceição.
Horário: 20h
Local: TAC – Teatro do Álvaro de Carvalho
Duração: 50 minutos
Classificação etária: 16 anos
Data: 28/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.
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QUANDO: 29 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Zambo
Um marco na história do Grupo Experimental de Recife/PE, Zambo é também o retrato de uma época e, mais especificamente, tradução em dança de um movimento que revolucionou o entendimento de cultura: o Manguebeat.
No cerne dessa ideologia estético-musical, estava a ideia de uma produção artística que fosse ao mesmo tempo local e universal. Sentindo-se parte dessa geração mangue e comungando da ideia de potencializar as características da arte local conectando-a, ao mesmo tempo, as tantas referências internacionais da contemporaneidade, o Experimental começou a montar o espetáculo Zambo, ainda muito abalado pela perda do principal líder do Manguebeat, Chico Science.
O que fazer com aquele legado por ele deixado? Como continuar desenvolvendo essa estética político-artística tão pernambucana e ao mesmo tempo tão mundial? É o que mostra o novo elenco de Zambo, que foi remontado em 2009, ganhando outras dinâmicas e elementos provenientes do histórico dos novos bailarinos do Grupo.
Horário: 20h
Local: TAC – Teatro do Álvaro de Carvalho
Duração: 80 minutos
Classificação etária: Teatro adulto
Data: 29/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.
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QUANDO: 30 DE SETEMBRO

Festival Palco Giratório: Agreste
No meio da seca, um casal de lavradores simples descobre o amor e fogem. Pressentem que “algo” de perigoso paira sobre seu amor. A esposa vem a compreender o porquê, anos depois, após a morte do marido. Essa mulher machucada pela perda, sem entender a dimensão de seus atos, acaba sendo vítima do horror da intolerância.
Um expressivo manifesto poético, uma fábula sobre ignorância, preconceito e amor incondicional. Em Agreste, dois atores narram e representam as personagens desta estória. Montando e desmontando a cena, os atores assumem a passagem narrador-personagem para personagem-narrador.
Horário: 20h
Local: Teatro Álvaro de Carvalho
Duração: 60 minutos
Classificação etária: 16 anos
Data: 30/09/2010
Como retirar os ingressos? Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações.

Mês de Agosto

QUANDO: 01 DE AGOSTO


A Vida Como Ela É

Depois do sucesso de público na curtíssima temporada no TAC, o grupo Teatro Sim...Por Que Não?!!! volta no mês de julho. Cinco histórias de Nelson Rodrigues. Amores e desamores, paixões e traições. Dramas e tragédias cotidianas da vida real, sempre vistas com uma pitada irônica. Em cada uma, os atores usam técnicas diferentes. Entre elas o uso de máscaras, a narração pelos próprios atores no palco, jogo de sombras e silhuetas, quadros vivos e formas animadas - o ator manipulado por outro ator, como se fosse um boneco. No elenco: Ana Paula Possapp, Berna Sant'Anna, Leon De Paula, Mariana Cândido, Nazareno Pereira, Sérgio P. Cândido e Valdir Silva. A equipe técnica tem convidados especiais. Para a direção, o grupo trouxe a Florianópolis um dos grandes especialistas do país na obra rodriguiana, Luís Artur Nunes, que dirige pela sétima vez uma obra de Nelson. Outros convidados são o iluminador Luiz Carlos Nem (Rio), o figurinista Luiz Fernando Pereira (São Paulo) e o cenógrafo Fernando Marés. A produção geral é de Júlio Maurício e Nazareno Pereira. José Ronaldo Faleiro faz a assistência de direção.

Horário: 20h30.

Local: Teatro da Ufsc - Rua Vitor Lima - em frente à Praça Santos Dumond - Trindade.

Ingresso: R$ 30 inteira e R$ 15 meia-entrada.

Informações: (48) 3721-9447 e 9917-6161.


QUANDO: 03 DE AGOSTO


Quem Casa Quer Casa

O provérbio do dramaturgo carioca Martins Pena vira título da peça, que apresenta as relações conturbadas de uma família. De forma cômica faz uma crítica ao modo de vida da sociedade naquela época.

Local: Teatro da Ubro - Escadaria da Rua Pedro Soares, 15 - Fundos do Colégio Coração de Jesus - Centro.

Horário: 21h.

Ingresso: R$ 20 inteira e R$ 10 meia-entrada.

Ponto de Venda: no local.

Informações: (48) 3222-0529.


QUANDO: 07 DE AGOSTO


Pequeno monólogo de Julieta

Livremente inspirado no monólogo em que a personagem Julieta (da peça Romeu e Julieta, de William Shakespeare) decide se matar ao encontrar Romeu morto, fala sobre suicídio amoroso, abordando as tensões entre amor e ódio nas alternativas para escapar da tragédia que se apresenta com a morte de seu amado.

Ficha Técnica:

Texto e Direção: Christiano Scheiner

Atuação: Gilca Rigotti

Horário: 20 horas

Classificação: 14 anos

Ingresso: Gratuito. É aconselhável estar no local uma hora antes.

Onde: Teatro SESC Prainha – Travessa Syriaco Atherino, 100. Centro, Florianópolis.

Informações: (48) 3229-2208


QUANDO: 08 DE AGOSTO


A Vida Como Ela É

O grupo Teatro Sim...Por Que Não?!!! Volta em curta temporada. Cinco histórias de Nelson Rodrigues. Amores e desamores, paixões e traições. Dramas e tragédias cotidianas da vida real, sempre vistas com uma pitada irônica. Em cada uma, os atores usam técnicas diferentes. Entre elas o uso de máscaras, a narração pelos próprios atores no palco, jogo de sombras e silhuetas, quadros vivos e formas animadas - o ator manipulado por outro ator, como se fosse um boneco. No elenco: Ana Paula Possapp, Berna Sant'Anna, Leon De Paula, Mariana Cândido, Nazareno Pereira, Sérgio P. Cândido e Valdir Silva. A equipe técnica tem convidados especiais. Para a direção, o grupo trouxe a Florianópolis um dos grandes especialistas do país na obra rodriguiana, Luís Artur Nunes, que dirige pela sétima vez uma obra de Nelson. Outros convidados são o iluminador Luiz Carlos Nem (Rio), o figurinista Luiz Fernando Pereira (São Paulo) e o cenógrafo Fernando Marés. A produção geral é de Júlio Maurício e Nazareno Pereira. José Ronaldo Faleiro faz a assistência de direção.

Local: Teatro da Ufsc - Rua Vitor Lima - em frente à Praça Santos Dumond - Trindade.

Horário: 20h30.

Ingresso: gratuito (basta retirar os convites a partir do dia 5/8, no Departamento Artístico Cultural da Ufsc - DAC, no campus da Trindade).

Informações: (48) 3721-9447 e 9917-6161.


Pequeno Monólogo de Julieta

Livremente inspirado no monólogo em que a personagem Julieta (da peça Romeu e Julieta, de William Shakespeare) decide se matar ao encontrar Romeu morto, fala sobre suicídio amoroso, abordando as tensões entre amor e ódio nas alternativas para escapar da tragédia que se apresenta com a morte de seu amado.

Local: Teatro Sesc Prainha - Travessa Siyriaco Atherino, 100 - Centro.

Horário: 20h.

Ingresso: gratuito.

Informações: (48) 3229-2208.


Cuida de Mim

Espetáculo de dança contemporânea que a todo instante busca apresentar o conflito existente entre o ser e a imagem de ser, trabalhando a vulnerabilidade do humano em situações do cotidiano.

Local: Casa das Máquinas - Praça Bento Silvério - Lagoa da Conceição.

Horário: 20h.

Ingresso: R$ 10 e R$ 5 meia-entrada

Informações: (48) 8412-5624.


Lá, no Fundo do Mar...

O espetáculo conta um pouco do cotidiano marítimo e propõe um tratado ecológico endereçado às crianças de todas as idades. A platéia é convidada a fazer uma reflexão sobre a situação das águas oceânicas.

Local: Teatro da Ubro - Escadaria da Rua Pedro Soares, 15

Fundos do Colégio Coração de Jesus - Centro.

Horário: 16h.

Ingresso: R$ 20 inteira e R$ 10 meia-entrada.

Informações: (48) 3269-2141.


QUANDO: 10 DE AGOSTO


Quem Casa Quer Casa

O provérbio do dramaturgo carioca, Martins Pena, virá título da peça que apresenta as relações conturbadas de uma família, de forma cômica e fazendo uma crítica ao modo de vida da sociedade naquela época.

Local: Teatro da Ubro - Escadaria da Rua Pedro Soares, 15 - Fundos do Colégio Coração de Jesus - Centro.

Horário: 21h.

Ingresso: R$ 20 inteira e R$ 10 meia-entrada.

Ponto de Venda: no local.

Informações: (48) 3222-0529.


QUANDO 13 DE AGOSTO


Seo Maneca

Neste novo espetáculo o ator Geraldo Cunha, experimenta a possibilidade de atuar somente com um personagem de apoio, o “Diretor”, interpretado pelo ator Guilherme Rosário Rotulo. Isso aumenta a interatividade com o público, aliás, esta é a grande característica do novo espetáculo, um diálogo aberto com a platéia.

Em “Seo Maneca”, o personagem sai de sua casa na Barra da Lagoa para ir ao teatro. Foi sozinho, pois, sua esposa esta cansada e doente, sem a velha disposição para acompanhá-lo e sua filha arrumou um namorado e não tem mais tempo para segui-lo. “Seo Maneca”, apesar de ser um humilde pescador aposentado, adora arte e cultura, principalmente teatro, já assistiu inúmeras peças e já visitou todos os teatros da cidade.

Ele chega atrasado e teme que o espetáculo já tenha começado, mas não, ainda tem tempo de conversar um pouco com as pessoas que já estão sentadas. Aparece, então, a diretora responsável pela companhia daquela noite, ela explica que a peça terá um breve atraso, depois sai apresada e “Seo Maneca” inconformado começa, então, a fazer seu discurso, recheado de histórias e casos engraçados.

“Seo Maneca” é um espetáculo muito bem humorado, e sua interatividade garante muita improvisação, tornando cada apresentação única.

Direção e interpretação: Geraldo Cunha
Horário: 21 horas
Onde: Teatro da UFSC - Igrejinha
Ingresso: R$ 20,00 e R$ 10 meia (estudantes e idosos)

Produção e informações: Juliano Thomaz (48) 9645-3523.


QUANDO: 14 DE AGOSTO


Pequeno monólogo de Julieta

Livremente inspirado no monólogo em que a personagem Julieta (da peça Romeu e Julieta, de William Shakespeare) decide se matar ao encontrar Romeu morto, fala sobre suicídio amoroso, abordando as tensões entre amor e ódio nas alternativas para escapar da tragédia que se apresenta com a morte de seu amado.

Horário: 20 horas

Classificação: 14 anos

Ingresso: Gratuito. É aconselhável estar no local uma hora antes.

Onde: Teatro SESC Prainha – Travessa Syriaco Atherino, 100. Centro, Florianópolis.

Informações: (48) 3229-2208


Lá, no Fundo do Mar...

O espetáculo conta um pouco do cotidiano marítimo e propõe um tratado ecológico endereçado às crianças de todas as idades. A platéia é convidada a fazer uma reflexão sobre a situação das águas oceânicas.

Local: Casa das Máquinas - Praça Bento Silvério - Lagoa da Conceição.

Horário: 16h.

Ingresso: R$ 20 inteira e R$ 10 meia-entrada.

Informações: (48) 3269-2141.


Entre o Céu e o Inferno

Peralta, um homem humilde, divide todo seu dinheiro com os pobres que sustenta em sua casa. Um dia, Jesus e São Pedro descem à Terra a fim de testar a honestidade dele. Após provar sua bondade é recompensado com moedas e ainda ganha o direito a fazer cinco pedidos. Mas tanto poder, nas mãos de uma pessoa como Peralta, afetará a ordem natural das coisas e transformará a cidade num caos.

Local: Teatro da Ubro - Escadaria da Rua Pedro Soares, 15 - Fundos do Colégio Coração de Jesus - Centro.

Horário: 19h.

Ingresso: R$ 5.

Pontos de Venda: no local ou na Companhia de Teatro Vanguarda.

Informações: (48) 3025-5021.


Seo Maneca

Neste novo espetáculo o ator Geraldo Cunha, experimenta a possibilidade de atuar somente com um personagem de apoio, o “Diretor”, interpretado pelo ator Guilherme Rosário Rotulo. Isso aumenta a interatividade com o público, aliás, esta é a grande característica do novo espetáculo, um diálogo aberto com a platéia.

Em “Seo Maneca”, o personagem sai de sua casa na Barra da Lagoa para ir ao teatro. Foi sozinho, pois, sua esposa esta cansada e doente, sem a velha disposição para acompanhá-lo e sua filha arrumou um namorado e não tem mais tempo para segui-lo. “Seo Maneca”, apesar de ser um humilde pescador aposentado, adora arte e cultura, principalmente teatro, já assistiu inúmeras peças e já visitou todos os teatros da cidade.

Ele chega atrasado e teme que o espetáculo já tenha começado, mas não, ainda tem tempo de conversar um pouco com as pessoas que já estão sentadas. Aparece, então, a diretora responsável pela companhia daquela noite, ela explica que a peça terá um breve atraso, depois sai apresada e “Seo Maneca” inconformado começa, então, a fazer seu discurso, recheado de histórias e casos engraçados.

“Seo Maneca” é um espetáculo muito bem humorado, e sua interatividade garante muita improvisação, tornando cada apresentação única.

Direção e interpretação: Geraldo Cunha
Horário: 21 horas
Onde: Teatro da UFSC - Igrejinha
Ingresso: R$ 20,00 e R$ 10 meia (estudantes e idosos)

Produção e informações: Juliano Thomaz (48) 9645-3523.


QUANDO: 15 DE AGOSTO


Lá, no Fundo do Mar...

O espetáculo conta um pouco do cotidiano marítimo e propõe um tratado ecológico endereçado às crianças de todas as idades. A platéia é convidada a fazer uma reflexão sobre a situação das águas oceânicas.

Local: Casa das Máquinas - Praça Bento Silvério - Lagoa da Conceição.

Horário: 16h.

Ingresso: R$ 20 inteira e R$ 10 meia-entrada.

Informações: (48) 3269-2141.


Entre o Céu e o Inferno

Peralta, um homem humilde, divide todo seu dinheiro com os pobres que sustenta em sua casa. Um dia, Jesus e São Pedro descem à Terra a fim de testar a honestidade dele. Após provar sua bondade é recompensado com moedas e ainda ganha o direito a fazer cinco pedidos. Mas tanto poder, nas mãos de uma pessoa como Peralta, afetará a ordem natural das coisas e transformará a cidade num caos.

Local: Teatro da Ubro - Escadaria da Rua Pedro Soares, 15 - Fundos do Colégio Coração de Jesus - Centro.

Horário: 19h.

Ingresso: R$ 5.

Pontos de Venda: no local ou na Companhia de Teatro Vanguarda.

Informações: (48) 3025-5021.


Seo Maneca

Neste novo espetáculo o ator Geraldo Cunha, experimenta a possibilidade de atuar somente com um personagem de apoio, o “Diretor”, interpretado pelo ator Guilherme Rosário Rotulo. Isso aumenta a interatividade com o público, aliás, esta é a grande característica do novo espetáculo, um diálogo aberto com a platéia.

Em “Seo Maneca”, o personagem sai de sua casa na Barra da Lagoa para ir ao teatro. Foi sozinho, pois, sua esposa esta cansada e doente, sem a velha disposição para acompanhá-lo e sua filha arrumou um namorado e não tem mais tempo para segui-lo. “Seo Maneca”, apesar de ser um humilde pescador aposentado, adora arte e cultura, principalmente teatro, já assistiu inúmeras peças e já visitou todos os teatros da cidade.

Ele chega atrasado e teme que o espetáculo já tenha começado, mas não, ainda tem tempo de conversar um pouco com as pessoas que já estão sentadas. Aparece, então, a diretora responsável pela companhia daquela noite, ela explica que a peça terá um breve atraso, depois sai apresada e “Seo Maneca” inconformado começa, então, a fazer seu discurso, recheado de histórias e casos engraçados.

“Seo Maneca” é um espetáculo muito bem humorado, e sua interatividade garante muita improvisação, tornando cada apresentação única.

Direção e interpretação: Geraldo Cunha
Horário: 21 horas
Onde: Teatro da UFSC - Igrejinha
Ingresso: R$ 20,00 e R$ 10 meia (estudantes e idosos)

Produção e informações: Juliano Thomaz (48) 9645-3523.


QUANDO: 21 DE AGOSTO


Lá, no Fundo do Mar...

O espetáculo conta um pouco do cotidiano marítimo e propõe um tratado ecológico endereçado às crianças de todas as idades. A platéia é convidada a fazer uma reflexão sobre a situação das águas oceânicas.

Local: Casa das Máquinas - Praça Bento Silvério - Lagoa da Conceição.

Horário: 16h.

Ingresso: R$ 20 inteira e R$ 10 meia-entrada.

Informações: (48) 3269-2141.


QUANDO: 22 DE AGOSTO


Lá, no Fundo do Mar...

O espetáculo conta um pouco do cotidiano marítimo e propõe um tratado ecológico endereçado às crianças de todas as idades. A platéia é convidada a fazer uma reflexão sobre a situação das águas oceânicas.

Local: Casa das Máquinas - Praça Bento Silvério - Lagoa da Conceição.

Horário: 16h.

Ingresso: R$ 20 inteira e R$ 10 meia-entrada.

Informações: (48) 3269-2141.